PRESÍDIO FEMININO JULIA MARANHÃO É MODELO EM GESTÃO PRISIONAL

PRESÍDIO FEMININO JULIA MARANHÃO É MODELO EM GESTÃO PRISIONAL
outubro 19 23:57 2018

“O trabalho deve ser a extensão de nossa casa”. Pelo menos uma vez na vida você já deve ter ouvido essa frase.

Embora possa parecer impossível alguém se sentir bem em uma cadeia ou presídio, é assim que os Agentes Penitenciários lotados no Centro de Reeducação Feminina Maria Julia Maranhão – ou simplesmente Alfa 4, na capital João Pessoa, se sentem.

Logo ao entrar na Unidade Prisional é perceptível como o estrutura é muito bem cuidada. Algo difícil de ver em instalações públicas, ainda mais em se tratando de um Presídio.

Tudo é tratado com zelo e capricho. Não se vê esgoto a céu aberto, ratos, gatos ou baratas transitando pelas dependências.

Um belo e florido jardim dá um ar de leveza ao sempre “carregado” ambiente prisional.

As internas são muito bem disciplinadas, todas devidamente fardadas e obedecendo voluntariamente ás regras internas de ordem e disciplina.

Ao adentrar nos alojamentos dos Agentes, a limpeza chama a atenção. Um ambiente climatizado, cheiroso e que proporciona um melhor conforto aos profissionais.

Embora possa pareça algo simples, mas que reforça a importância de se dá dignidade aos valorosos Agentes Penitenciários da Paraíba.

Outra preocupação que fica muito evidente é com a alimentação dos profissionais do cárcere. Primando-se sempre pela qualidade e variedade das refeições. Houve inclusive a aquisição de uma máquina de moer carne, que é usada na fabricação de almôndegas.

A Unidade dispõe ainda de um auditório usado para reuniões, palestras e encontros religiosos.

Importante ressaltar como tudo é feito com transparência. A marcação dos plantões extras segue rigoroso controle, para que todos sejam beneficiados, obedecendo ao princípios da impessoalidade e publicidade. As ofertas são expostas num mural, onde todos têm acesso.

E pra fechar com chave de ouro, “a menina dos olhos” da diretora Cintia Almeida é a fábrica de bonecas. Uma oportunidade para as mulheres que estão privadas da liberdade terem uma ocupação e ainda uma renda (50% do valor arrecadado na venda das bonecas é depositado diretamente na conta das mesmas, enquanto os outros 50% são usados para a compra de matéria prima).

Parabéns à direção e que essa realidade possa se estender por outras unidades Paraíba afora.

 

 

Marcelo Gervásio

Presidente-AGEPEN-PB

 

 

Wágner Falcão

Vice Presidente-AGEPEN-BRASIL

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